Agita

## Moscas são vetoras e transmissoras de doenças <p style="text-align:justify;">As moscas atuam como transmissoras potenciais de até 100 diferentes agentes patogênicos (bactérias, vírus, fungos e riquétsias<sup>10</sup>) para seres humanos e animais, podendo transmiti-los através: das pernas, corpo, peças bucais (tromba) ou expulsá-los pela regurgitação (vômito) ou nas fezes.<sup>2</sup></p> </br> ## Algumas doenças que elas podem transmitir: - <p style="text-align:justify;">Mastite (*Corynebacterium pseudotuberculosis*<sup>3</sup>; *Staphylococcus aureus*<sup>4</sup>);</p> - <p style="text-align:justify;">Queratoconjutivite (Pink eye)<sup>9</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Febre Aftosa<sup>9</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Salmoneloses (*Salmonella* spp.)<sup>5</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Diarreias (*Cryptosporidiosis*)<sup>6</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Tuberculose (*Mycobacteria* spp.)<sup>7</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Miíases (bicheiras<sup>2</sup>, <sup>8</sup> e berne<sup>2</sup>, <sup>12</sup>);</p> - <p style="text-align:justify;">Algumas verminoses (*Ascaris*, *Taenia*, etc)<sup>10</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Anemia Infecciosa Equina<sup>10</sup>.</p> </br> ## Moscas causam perdas econômicas <p style="text-align:justify;">Altas infestações de moscas em criações intensivas de bovinos (leite e corte) podem causar:</p> - <p style="text-align:justify;">Perda de peso e diminuição da produção de leite das vacas devido ao estresse;<sup>1</sup></p> - <p style="text-align:justify;">Queda na qualidade do leite, podendo reduzir a produção de leite;<sup>9</sup></p> - <p style="text-align:justify;">Aumento na contagem de bactérias no leite pois é rotineiro encontrarmos moscas nas salas de leite;<sup>11</sup></p> - <p style="text-align:justify;">Pode se tornar um incômodo grave tanto ao redor da fazenda, como em cidades (comunidades) próximas;<sup>11</sup></p> - <p style="text-align:justify;">Perdas de até 20% no ganho de peso e de 10% na conversão alimentar.<sup>12</sup> O controle das moscas tem demonstrado resultar em um aumento significativo na produção de leite e na produção de carne.<sup>9</sup></p> <p style="text-align:justify;">Agita™ 10 WG e Agita™ 1 GB apresentam baixa toxicidade.</p> </br> <p style="text-align:justify;">Agita™ 10 WG e Agita™ 1 GB foram desenvolvidos para o uso em ambientes de alojamento e produção animal, sendo seguros para os usuários, não prejudicando o plantel e nem agredindo o ambiente, quando usados corretamente.</p> </br> ## Métodos de aplicação e dosagem <p style="text-align:justify;">Agita™ 10 WG, após diluição em água, pode ser aplicado:</p> - <p style="text-align:justify;">Por pincelamento (aplicar a calda, pincelando diversos pontos de aproximadamente 10 x 30 cm cada);</p> - <p style="text-align:justify;">Pulverização localizada (utilizar um pulverizador manual e borrifar de forma localizada);</p> - <p style="text-align:justify;">Através de cordões embebidos (esta forma de aplicação é ideal para complementar os métodos anteriores, pelo fato das moscas gostarem de pousar sobre os fios ao entardecer. Embeber cordões plásticos ou barbantes na solução e estendê-los horizontalmente a cerca de 2 metros do solo, amarrados a dois pontos).</p> <p style="text-align:justify;">Agita™ 1 GB é indicado para controlar moscas em instalações rurais, estábulos, granjas de aves, suínos e haras.</p> </br> <p style="text-align:justify;">Modo de usar e dosagens:</p> - <p style="text-align:justify;">Pronto para uso (não precisa diluir);</p> - <p style="text-align:justify;">Agita™ 1 GB deve ser aplicado nos locais mais frequentados pelas moscas;</p> - <p style="text-align:justify;">Dispersar homogeneamente 2 g de produto por m<sup>2</sup> de superfície;</p> - <p style="text-align:justify;">Se o produto não puder ser aplicado diretamente sobre a superfície, colocá-lo em recipientes e distribuí-los pela instalação.</p> <p style="text-align:justify;">Iscas limpas e atrativas por mais tempo:</p> - <p style="text-align:justify;">Apenas 20% das moscas morrem sobre as iscas<sup>13</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">75% das moscas morrem em até 1m de distância das iscas<sup>13</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">A grande maioria das moscas morrem em até 2m de distância das iscas<sup>13</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Recomenda-se manter a distância de 2m entre cada porta-isca para obter uma maior eficiência do produto.</p> <p style="text-align:justify;">Pode ser aplicado de várias formas:</p> - <p style="text-align:justify;">Em superfícies (iscas espalhadas);</p> - <p style="text-align:justify;">Em porta-iscas ou bandejas;</p> - <p style="text-align:justify;">A grande maioria das moscas morrem em até 2m de distância das iscas<sup>13</sup>;</p> - <p style="text-align:justify;">Em placas penduradas.</p> </br> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>1</sup> De Paiva, Doralice S. R., As moscas como indicadores biológicos da alteração ambiental, Concórdia: EMBRAPA Suínos e Aves.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>2</sup> Deleito, Cláudia S. R., 1968 – Inseticidas alternativos no controle de moscas sinantrópicas, 2008.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>3</sup> Yerulam et al., Mastitis in Dairy cattle caused by Corynebacterium pseudotuberculosis and the feasibility of transmission by house flies I. Vet. Quart. 18: 87-9, 1996.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>4</sup> De Vliegher et al., Mastitis in dairy heifers: Nature of the disease, potential impact, prevention, and control. J. Dairy Sci. 95: 1025–1040, 2012.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>5</sup> Olsen, Alan R.; Hammack, Thomas S., Isolation of Salmonella spp. from the house fly, Musca domestica L., and the Dump Fly, Hydrotea aenescens (Wiedmann) (Diptera: Muscidae), at Caged-Layer houses. Journal of Food Protection, 63 (7): 958-960, 2000.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>6</sup> Graczyk et al., House flies (Musca Domestica) as transport hosts of Cryptosporidium parvum. Journal Trop. Med. Hyg. 61(3): 500-504, 1999.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>7</sup> Fischer et al., Diptera as vectors of mycobacterial infections in cattle and pigs. Medical and Veterinary Entomology, 15: 208-211, 2001.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>8</sup> Carmo, Rodrigo F.R.; Vasconcelos, Simão D., First record of the blow fly Chrysomya megacephala (Diptera: Calliphoridae) on a Southern Atlantic island: implications for disease transmission in a protected environment. Journal of Vector Ecology, p. 228-230, 2014.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>9</sup> NOVARTIS ANIMAL HEALTH. Control de moscas em instalaciones de producción intensiva ganadera y aviar. México: Novartis Animal Health, p. 33-34, 2004.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>10</sup> Novartis Saúde Animal. Manual Novartis de Biologia e Controle de Moscas em Zona Rural. São Paulo: Novartis Saúde Animal, p. 5, 1998.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>11</sup> Cornell University. Integrated Management of Flies in and around Dairy and Livestock Barns. Disponível em: [nysipm.cornell.edu/factsheets/dairy/barnflies/barnflies.asp](http://nysipm.cornell.edu/factsheets/dairy/barn_ies/barn_ies.asp "nysipm.cornell.edu/factsheets/dairy/barnflies/barnflies.asp"). Acesso em: 20 ago 2015.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>12</sup> Bittencourt, Avelino J.; Borja, Gonzalo E.M., Stomoxys calcitrans (Linnaeus, 1758) (Diptera, Muscidae): preferência por locais do corpo de bovinos para alimentação, Juiz de Fora: Revista Brasileira de Zoociências, p.75-83, 2002.</p> > <p style="text-align:justify; font-size:1.2rem;"><sup>13</sup> Moyses & Gfeller - Technical Report nº 560 - Novartis Animal Health, 1997.</p> </br>