Liderando a discussão de saúde animal e produção de alimentos

Questões relacionadas à saúde de animais e à produção de alimentos surgem e evoluem constantemente. Na Elanco, acreditamos ser importante que todas as partes interessadas possam opinar nas discussões, decisões e políticas relacionadas a essas questões. Isso inclui fazendeiros, produtores de alimentos, processadores, embaladores, fábricas de ração, nutricionistas, veterinários, vendedores de alimentos, varejistas e consumidores.  Nossos posicionamentos sobre essas questões têm como base o que é melhor para as pessoas, para os animais, para o ambiente e para os clientes que atendemos.

Aqui estão algumas das questões atuais relacionada à saúde animal e à produção de alimentos, além do posicionamento da Elanco em cada uma delas (clique na questão para abrir ou fechar as informações):

Questão: O alimento como direito humano básico

Nosso posicionamento:   Acreditamos que todas as pessoas nascem com dois direitos.  o direito a um futuro com esperanças e o direito de ser alimentado.  Acreditamos que:

  • Alimento é um direito humano básico
  • Escolha é um direito do consumidor
  • Sustentabilidade é um direito to meio ambiente

Questão: Fome mundial

Nosso posicionamento:  A insegurança alimentar ameaça cerca de um bilhão de pessoas. 1 Nos países em desenvolvimento, a fome pode ser um dos principais problemas de saúde.  E o número de sub-nutridos pode crescer vertiginosamente conforme a população aumenta rumo aos nove bilhões até 2050. Mesmo em nações desenvolvidas como os Estados Unidos, tem crescido um fenômeno chamado “fome oculta”, surtos aleatórios de insegurança alimentar que ocorrem quando os consumidores não sabem onde ou quando terão sua próxima refeição.

Questão: O uso de tecnologia na produção de alimentos

Nosso posicionamento:   O uso de tecnologia pode ajudar a manter um suprimento abundante, nutritivo e acessível de  alimentos.  Até 2050, a população mundial exigirá o dobro de alimentos.2,3 The Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura espera que aproximadamente:

  • 10% da comida adicional venha da maior intensidade de colheitas4
  • 20% da comida adicional venha de terras de cultivo adicionais4
  • 70% da comida adicional venha da tecnologia que melhore a eficiência4

Tecnologia envolve práticas (fazer algo melhor), produtos (usar novas ferramentas inovadoras) e genética (melhorar os traços desejados em plantas e animais). Na produção de alimentos, a tecnologia impulsiona a eficiência, e a eficiência torna os alimentos mais abundantes e os preços mais acessíveis. A tecnologia pode ajudar a reduzir ou eliminar a fome, ao mesmo tempo que maximiza a escolha de alimentos para os consumidores. Como uma empresa, e como indivíduos, sentimos a obrigação de atender essa necessidade.

Questão: A aceitação de consumidores quanto à tecnologia na produção de alimentos

Nosso posicionamento:   Pesquisas com consumidores mostram que 95% dos consumidores são neutros quanto ao uso de tecnologia na produção de alimentos, ou o apoiam. De fato, uma revisão de 28 estudos em 26 países, representando quase 100 mil consumidores, concluiu que a maioria dos consumidores fazem suas compras com base em sabor, custo ou valor nutritivo. O estudo descobriu que outros 4% dos consumidores compram alimentos de acordo com fatores de estilo de vida (etnia, vegetarianismo, apoio a fornecedores locais/orgânicos etc.). Apenas uma pequena fração opõe-se à tecnologia e deseja impor restrições às práticas de produção.

Questão: Consumidores e liberdade de escolha

Nosso posicionamento:  Os consumidores devem ter a liberdade para escolherem, para si e para suas famílias, a partir de uma variedade de alimentos seguros, saudáveis e com preços acessíveis.  Consumidores devem ter o direito de comprar alimentos nutritivos com preços acessíveis, produzidos com tecnologias que aumentem a eficiência. Quando a renda familiar aumenta, os clientes tendem a incluir maior variedade em suas dietas — especialmente fontes de proteína. Eles devem ter o direito de comprar alimentos com base em fatores como sabor, custo ou valor nutritivo. E devem ter o direito de comprar alimentos orgânicos, gourmet ou "locais", se essa for sua preferência. Ninguém deve restringir o direito de escolha do consumidor.

Questão: O uso de antibióticos na produção de alimentos

Nosso posicionamento:  A Elanco apoia o uso responsável de antibióticos em animais de produção para o consumo humano.  A Elanco apoia avaliações de risco — especialmente no caso de antibióticos considerados críticos para o uso animal e humano — para que o uso prudente em animais minimize qualquer potencial impacto na saúde humana.  A Elanco apoia também a adoção de padrões e diretrizes de comércio globais, inclusive níveis máximos de resíduos estabelecidos internacionalmente para todos os produtos.

Questão: Uso de hormônios (rbST) na produção de leite

Nosso posicionamento:  O uso de somatotropina bovina recombinante (rbST) em vacas leiteiras não cria qualquer risco para a saúde humana. A rbST é uma versão sintética de um hormônio proteico que ocorre naturalmente (somatotropina bovina, ou bST) encontrado em todas as vacas leiteiras.  A versão sintética (rbST) funciona da mesma maneira que a versão que ocorre naturalmente (bST).  Não é um hormônio esteroide; é uma proteína. Como a rbST é uma proteína, é digerida como qualquer outra proteína quando consumida. Todo leite contém hormônios, e não há diferença nos níveis de hormônios entre o leite comum e o leite orgânico, livre de rbST. As características nutricionais e de sabor também permanecem as mesmas. O leite complementado com rbST não contém antibióticos. Todo leite — independente da prática de produção — é testado, e o leite que contiver antibióticos é descartado. A rbST é o mais pesquisado produto animal já aprovado pelo órgão de Administração de Alimentos e Fármacos do governo dos EUA.  Extensos dados de milhares de fabricantes e de milhões de vacas demonstraram que vacas que recebem o complemento rbST permanecem saudáveis e produtivas. Além disso, a rbST melhora a produtividade e a sustentabilidade. Seis vacas que recebem o complemento rbST produzem a mesma quantidade de leite que sete vacas que não recebem o complemento. As vacas que recebem o complemento requerem menos ração, menos água e menos recursos para produzir o mesmo volume de leite.  Saiba mais sobre rbST e produção de leite.